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DIA INTERNACIONAL DA MULHER: DIA DE MOBILIZAÇÃO NO AMBIENTE PROFISSIONAL

Hoje celebramos as conquistas das mulheres ao longo dos anos. Dia 08 de março é o dia reservado para brindarmos o resultado das lutas e reivindicações por melhores condições de trabalho, direito sociais e políticos, que teve seu início na segunda metade do século XIX. Ao olhar a nossa volta percebemos alguns avanços, porém ainda […]

Grupo ATML

8 de março de 2021

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Hoje celebramos as conquistas das mulheres ao longo dos anos. Dia 08 de março é o dia reservado para brindarmos o resultado das lutas e reivindicações por melhores condições de trabalho, direito sociais e políticos, que teve seu início na segunda metade do século XIX.

Ao olhar a nossa volta percebemos alguns avanços, porém ainda existem muitas batalhas a serem vencidas. Para se ter uma ideia, 35% das mulheres ficaram desempregadas na pandemia, isso corresponde a maior fatia de desemprego do país. Segundo a economista Diana Gonzaga, da Universidade Federal da Bahia (UFBA) para a Folha de S.Paulo “A pandemia vem penalizando triplamente as mulheres. Além das questões que afetam todos os grupos, como a perda de renda e emprego, cai sobre elas a grande parte dos cuidados com filhos e casa”.

Os dados preocupam e precisamos conhecê-los para atuarmos. Mas então, o que nós podemos fazer? O mercado de trabalho brasileiro conta com 59% de mulheres entre seus estagiários, mas apenas 13,6% nos cargos mais altos, mas felizmente esse quadro tende a mudar. Dados de um estudo recente publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram que até 2030, 64,3% da população feminina devem estar empregadas, enquanto no início dos anos de 1990 esse número era de 56,1%.

Esse movimento, que visa aumentar o número de mulheres entre os executivos, é também um dos focos do Grupo ATML. Hoje, em toda nossa holding, o número de líderes mulheres é o mesmo dos líderes homens. Para Claudia Cabral, líder do CEY, “Não basta só contratar mais mulheres, é preciso também melhorar suas condições de trabalho. Seja em relação à carga de trabalho, aumento salarial, maternidade ou ocupação de cargos mais altos. Acredito que só assim, o movimento irá acontecer” – finaliza ela.

E você, concorda que a mobilização no ambiente profissional precisa acontecer cada vez mais? Conta pra gente!

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